sexta-feira, 22 de abril de 2011

Pra descontrair!!!! Hihihihi





01 – Acreditar que nada é impossível

02 – Sorrir Sempre

03 – Descansar mais


04 – Estar preparado para dias difíceis


05 – Cuidar dos amigos



06 – Ajudar o próximo




07 – Fazer exercícios



08 – Concentra-se no trabalho

09 – Enfrentar desafios



10 –  Não arrumar problemas











A crucificação de Jesus Parte IX


Significado antropológico da ressurreição de Jesus.
Jesus ressurreto, portanto, é o representante legítimo da nova humanidade.
Paradigma do novo homem recriado por Deus e referencial que aponta o lugar
para onde Deus quer conduzir a história do homem e de toda a criação. Paulo
diz que Cristo é o primogênito da nova criação e que Deus nos predestinou
para "sermos conformes à imagem de seu filho"(Rm 8:28). A morte e a
ressurreição de Cristo é a possibilidade do crente redimido cumprir a vocação
do imago dei na perspectiva de Cristológica.
O Pai validou a obra do filho mediante a ressurreição, assim, os apóstolos
tiveram não somente o nascimento e a legitimação de sua fé, mas, a convicção
plena de que Deus não queria que a obra iniciada por Jesus fosse paralisada.
Esta obra completa, realizada no sacrifício de morte e ressurreição de Cristo,
teve como objetivo, a morte e ressurreição do homem juntamente com ele,
sendo, pela graça, liberto de sua vida pecaminosa, para viver em comunhão
com Jesus Cristo. Não uma vida religiosa segundo as tradições da Igreja, mas,
segundo a direção da nova vida que é: Cristo em nós a esperança da glória.
Peça a Deus que lhe conceda revelação sobre sua inclusão neste sacrifício
remidor.
Finalizamos com a afirmação do Pastor Glenio Fonseca Paranaguá, um
ardoroso pregador da morte e ressurreição de Cristo e nossa juntamente com
Ele: "A grande necessidade da igreja contemporânea é uma pregação
centralizada na suficiência de Cristo e na eficiência da cruz. Não podemos nos
distrair daquilo que é prioritário aos olhos de Deus. Se nossa pregação não
enfatizar a totalidade da obra de Cristo crucificado estamos fora do foco bíblico.

A crucificação de Jesus Parte VIII



A inter-relação teológica entre a cruz e a ressurreição.

Um grande desafio teológico para a igreja primitiva, foi conciliar a morte
indigente de Jesus na cruz com a sua ressurreição em glória, posto que ambos
os fatos têm a mesma origem, ou seja, o próprio Deus. Os judeus
argumentavam baseados em Deut. 21.23: "Porquanto o que foi pendurado no
madeiro é maldito de Deus". Todavia Paulo Declara em Gal. 3.13 que "Cristo
nos resgatou da maldição da lei fazendo-se ele próprio maldição em nosso
lugar..." É importante dizer que a ressurreição torna sublime o significado da
cruz. A grandeza da ressurreição é proporcional à da cruz. A glória da
ressurreição está condicionada à baixeza terrena. É a ressurreição que torna a
libertação oferecida por Cristo, plena, absoluta e universal, inaugurando um
tipo de vida humana, não mais regida pelos mecanismos da opressão e morte,
mas, vivificada pela própria vida divina. A cruz e a ressurreição de Cristo são a
nossa justificação, regeneração e ressurreição (Rom 4-6).

A crucificação de Jesus Parte VII


A exaltação do filho.

Examinando a expressão: "por isso Deus o exaltou sobremaneira" (Fil 2. 9b)
vemos que o Pai toma a iniciativa de exaltar seu filho em face de sua completa
obediência e verdadeira humildade. Ao ressuscitar seu filho, Deus mostra que
viver pela verdade e justiça não é algo sem sentido, e que há uma chance ao
oprimido, através da morte e ressurreição de Jesus. Por ele toda a humanidade
pode ter acesso ao Pai. Ainda neste versículo temos a expressão: "e lhe deu
um nome que é sobre todo nome". Havia uma pratica antiga de se atribuir
nomes às pessoas que obtinham vitórias importantes ou que passavam por
grandes crises em suas vidas. Deus ao conceder a Jesus o seu próprio nome
(Iahweh= Kyrios, Senhor) concedeu-lhe igualmente, todo o seu poder e glória.
A seguir, (Fil. 2.10) lemos: "para que ao nome de Jesus", indicando assim o
senhorio de Cristo não só na igreja, mas, em todo o cosmos. Gnilka afirma:
"Deu-se uma mudança muito grande na soberania do cosmos. Aquele que fora
obediente agora é exaltado assumindo a posição de Senhor do mundo". Cabe
ressaltar que a expressão corporal de dobrar os joelhos perante alguém,
conforme vimos na continuação do versículo 10, é muito significativa no mundo
antigo, por simbolizar rendição total e submissão incontestável àquele perante
o qual se ajoelha. A expressão "nos céus, na terra e de baixo da terra", deixa
claro que a obra de Cristo é válida para toda criação, animada e inanimada.
Sintetizando estas considerações, o versículo 11 nos diz: "e toda língua
confesse que Jesus Cristo é o Senhor". A ação remidora de Cristo, operante
em escala universal, produzirá uma voluntária e espontânea profissão de fé.
Pronunciar as palavras de filipenses significa expressar nossa libertação
recebida pela graça. Por ela somos capacitados a viver no mundo que está
sendo criado, do qual Cristo é o "Rei dos Reis e Senhor dos Senhores" Ap
19.16. Ao final do versículo 11 lê-se "para a glória de Deus Pai". O culto
prestado a Jesus tinha como fim ultimo, a adoração a Deus Pai. A soberania de
Cristo não compete com a do Pai. Esta afirmação é relevante no contexto de
Filipos, onde algumas pessoas buscavam a glória e a exaltação (Fp 2.3-4).

A crucificação de Jesus Parte VI


Cruz: obediência incondicional á vontade do Pai.

Ainda em Fil 2.8b temos a expressão: tornando-se obediente até a morte. O
paralelo com Isaias 53 é inevitável, pois, conforme o verso 7 a ovelha foi levada
ao matadouro. Cristo em sua vida encarnada foi obediente ao Pai até a
morte.Ele não se pertenceu, não buscou sua satisfação, mas somente agradar
o Pai. Sua obediência à vontade do Pai não foi imposta, mas, voluntária. Toda
esta obediência foi necessária para cumprir sua missão de libertar aqueles com
os quais se identificou em seu esvaziamento. Para os que foram levados á
morte pelo corpo de Cristo, há vida de obediência a Deus, pois Cristo em nós é
a condição para obedecer.
Importante ressaltar que Jesus poderia optar por não obedecer e teve que
aprender obediência no dia a dia, dependendo do Pai. Ele sofreu tentações
para desviar-se do caminho da cruz, especialmente no deserto e também
quando Pedro tenta convencê-lo a não ir para a cruz (Mt 16. 22-23).
Experimentou o abandono de seus seguidores, pois sabia que sua obediência
de morrer na cruz era o único caminho para libertar a homem e reconciliá-lo
com Deus. "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes
imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação". 2 Co
5.19.